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	<title>Arquivo de Pediatria clínica - Multiplica Pequeno Príncipe</title>
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	<title>Arquivo de Pediatria clínica - Multiplica Pequeno Príncipe</title>
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		<title>Atualização em Dermatologia Pediátrica :: Dermatite Atópica na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Multiplica PP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 19:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina da criança e do adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria clínica]]></category>
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					<description><![CDATA[A dermatite atópica (DA) é uma doença inflamatória crônica recorrente, caracterizada por lesões que geralmente se iniciam na infância. É a dermatose mais frequente na infância, perfazendo 20% das consultas dermatológicas pediátricas. Atinge de 10 a 30% da população. Por se tratar de doença crônica influenciada por fatores diversos, o médico tem papel primordial na [&#8230;]]]></description>
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									<p>A dermatite atópica (DA) é uma doença inflamatória crônica recorrente, caracterizada por lesões que geralmente se iniciam na infância. É a dermatose mais frequente na infância, perfazendo 20% das consultas dermatológicas pediátricas. Atinge de 10 a 30% da população.</p><p>Por se tratar de doença crônica influenciada por fatores diversos, o médico tem papel primordial na orientação correta aos pais e ao paciente para garantir a qualidade de vida da criança. O conhecimento dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos e da característica multifatorial da doença, bem como sua abordagem coerente, evitando exames desnecessários e dietas abusivas de exclusão são as bases para uma melhor relação médico-paciente, que é fundamental para o tratamento da dermatite atópica.</p>								</div>
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									<p><strong>Dermatite Atópica</strong></p><p>É uma dermatose inflamatória de curso crônico, recidivante com períodos de remissão e exacerbação, de etiologia desconhecida, de início precoce, na maioria dos casos a doença tem início antes dos 5 anos de idade e muitas vezes, antes do 1º ano de vida. Caracterizada por: prurido, xerose, lesões eczematosas de morfologia com presença de: eritema, pápulas, seropápulas, vesículas, escamas, crostas e liquenificação (a depender do estágio da doença, se aguda ou crônica) e distribuição típicas.</p><p>45% dos casos surgem durante os primeiros 6 meses de vida, 60% durante o primeiro ano e, 85% dos casos, antes dos 5 anos. 75% das crianças com DA irão apresentar melhora entre os 10 e os 14 anos, mas 25% podem persistir com a doença na adolescência.</p><p>Os fatores genéticos são importantes no desenvolvimento da dermatite atópica, mas sua fisiopatologia é complexa e pouco compreendida. A DA parece resultar de uma interação complexa entre desregulação imune, disfunção da barreira epidérmica e anormalidades farmacofisiológicas.</p><p>A barreira cutânea é fundamental para a prevenção da penetração de alérgenos e outros agentes irritantes, possui atividade antimicrobiana, mantém a hidratação, prevenindo a perda de água e faz interação da imunidade inata com a imunidade adaptativa. Nesse sentido, a quebra da barreira cutânea prejudica todos estes aspectos.</p><p>Existe na dermatite atópica fatores intrínsecos e extrínsecos que atuam na sensibilidade genética do indivíduo. Suas manifestações dependem de fatores inerentes, como predisposição genética, irritabilidade aumentada da pele, vários alérgenos, reatividade vascular alterada, aumentada produção de suor, poluição climática e ambiental e a coceira oriunda.</p><p>É uma doença de baixa mortalidade, mas alta morbidade, contribuindo para uma baixa qualidade de vida do paciente e familiares. O prurido constante e de difícil controle leva a alterações do sono, as infecções de repetição contribuem para as faltas escolares e pode promover alterações psicológicas importantes.</p>								</div>
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									<p><strong>Características</strong></p><p>O curso da doença é notadamente em surtos, com exacerbações e remissões recorrentes, muitas vezes sem causa aparente. A associação do prurido com lesões morfológicas típicas a cada faixa etária continua sendo o mais importante dado para o seu diagnóstico.</p><p>A localização das lesões depende da faixa etária do paciente e divide-se em:</p><ul><li><strong>Lactente:</strong> lesões na pele mais avermelhadas, localizadas principalmente na face, no couro cabeludo, tronco e superfícies externas dos membros.</li><li><strong>Pré-puberal</strong>: a pele é seca e áspera, com lesões geralmente nas dobras do corpo, como pescoço, dobras do cotovelo, atrás do joelho e tem característica mais seca, escura e espessadas. O prurido é intenso. A exsudação pode levar à formação de crostas hemáticas e a infecção secundária por estafilococo é comum.</li><li><strong>Puberal</strong>: as lesões são mais frequentes nas pregas flexoras dos braços, pescoço e pernas. Pode haver acometimento isolado da face ou do dorso das mãos e dos pés.</li></ul><p>Estudos vêm demonstrando que existem associações entre DA e alergia alimentar. O alimento pode estar envolvido em até 30% dos casos moderados e graves na infância. No entanto, este dado não pode ser generalizado a outras faixas etárias, onde o alimento não tem sido apontado como um desencadeante importante da dermatite atópica.</p><p>Pacientes com dermatite atópica tem propensão para infecções cutâneas, fúngicas, bacterianas e virais.  O motivo dessas infecções é devido a deficiência de peptídeos antimicrobianos, que são sintetizados na epiderme e são um componente do sistema imunológico inato fundamental ao funcionamento rápido e efetivo na defesa do vetor contra os agentes infecciosos.</p>								</div>
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									<p><strong>Tratamento</strong></p><p>O tratamento é composto de medidas gerais no cuidado à pele.  A base do tratamento é promover a hidratação, diminuir o prurido e manejar a inflamação. Para isso, existem 03 pilares fundamentais:</p><ol><li><strong>Afastar fatores irritantes e desencadeantes</strong>: uso de roupas leves, de algodão, retirando as etiquetas e evitando os tecidos sintéticos. Cuidar com detergentes, sabões, amaciantes e outros produtos químicos.</li><li><strong>Hidratação adequada e continuada da pele</strong>: recomenda-se utilizar hidratantes que tenham ceramidas. Outro aspecto importante do cuidado é a frequência dos banhos de imersão, que deve ser rápido e morno, que podem ocorrer várias vezes ao dia.</li><li><strong>Controle da inflamação e prurido com medicamento</strong>: a escolha depende da gravidade e da extensão das lesões. Os cremes devem ser utilizados para lesões agudas e sensíveis e as pomadas para lesões crônicasr</li></ol>								</div>
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									<p><strong>Curso :: Atualização em Dermatologia Pediátrica</strong></p><p>O curso de <strong>Atualização em Dermatologia Pediátrica</strong>, do Multiplica PP, foi criado para o aperfeiçoamento de pediatras, dermatologistas e médicos de família no diagnóstico correto das patologias dermatológicas mais comuns da infância e adolescência, bem como o seu tratamento e acompanhamento.</p><p>100% on-line, com discussão de casos clínicos que ilustram circunstâncias que se apresentam nos consultórios e emergências de pediatria em geral. O corpo docente é formado por profissionais renomados nacionalmente, que compartilharão com os alunos a experiência da vivência clínica e acadêmica.</p>								</div>
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									<p>Texto aprovado pela coordenadora do curso Atualização em Dermatologia Pediátrica – dra. Nadia Almeida.</p><p> </p><p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p><p><a href="https://cdd.org.br/doencas-de-pele/dermatite-atopica/?gclid=CjwKCAiA85efBhBbEiwAD7oLQOxiI3fu_dYA7syxeoAg4pWHdxxsSGQwcmq8EO6aroyqzl0hHppalxoCSdUQAvD_BwE">https://cdd.org.br/doencas-de-pele/dermatite-atopica/?gclid=CjwKCAiA85efBhBbEiwAD7oLQOxiI3fu_dYA7syxeoAg4pWHdxxsSGQwcmq8EO6aroyqzl0hHppalxoCSdUQAvD_BwE</a></p><p>FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente. Postagens: Dermatite Atópica: desafios no diagnóstico e no tratamento. Rio de Janeiro, 18 fev. 2022. <a href="https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/atencao-crianca/principais-questoes-dermatite-atopica-diagnostico-tratamento/">https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/atencao-crianca/principais-questoes-dermatite-atopica-diagnostico-tratamento/</a></p><p>Dermatite Atópica na Infância – Naldya Pereira, Laureci Dias Costas, Márcia Santos da Rocha &#8211; Centro de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão Oswaldo Cruz <a href="https://oswaldocruz.br/revista_academica/content/pdf/Edicao_11_Pereira_Naldya.pdf">https://oswaldocruz.br/revista_academica/content/pdf/Edicao_11_Pereira_Naldya.pdf</a></p><p>Dermatite Atópica – O que o pediatra deve saber &#8211; Dra. Kerstin Taniguchi Abagge – Pediatra e Dermatologista, Presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (2015).</p>								</div>
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			</item>
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		<title>Atualização em Dermatologia Pediátrica :: Doenças Exantemáticas, como Diferenciá-las.  </title>
		<link>https://multiplicapp.org.br/condutas-no-pronto-atendimento-doencas-exantematicas-na-pediatria-e-como-diferencia-las/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Multiplica PP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 18:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria clínica]]></category>
		<category><![CDATA[Pronto atendimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Exantema define-se como uma erupção cutânea aguda e constitui um sinal ou sintoma muito comum em pacientes de idade pediátrica, sendo um dos quadros mais comuns no serviço de urgência e emergência. Contudo, na prática clínica, o seu diagnóstico torna-se um desafio diante de diferentes possibilidades etiológicas e pelo polimorfismo de sua apresentação. As causas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Exantema define-se como uma erupção cutânea aguda e constitui um sinal ou sintoma muito comum em pacientes de idade pediátrica, sendo um dos quadros mais comuns no serviço de urgência e emergência. Contudo, na prática clínica, o seu diagnóstico torna-se um desafio diante de diferentes possibilidades etiológicas e pelo polimorfismo de sua apresentação. As causas variam desde doenças infecciosas por agentes como vírus, bactérias, fungos e protozoários até não infecciosas como reações medicamentosas, doenças autoimunes e neoplasias. Abaixo, descrevemos brevemente, as formas mais clássicas apresentadas na infância – doenças exantemáticas infecciosas causadas por vírus.</p>
<p><strong>Panorama das Doenças Exantemáticas em Decorrência de Infecções Virais</strong></p>
<p>Estudos mostraram que 65% das crianças avaliadas com exantema e febre apresentavam um agente infeccioso em sua etiologia. Desses, 72% têm decorrência de infecções virais. Apesar de a maioria dos exantemas ter um curso benigno e autolimitado, há situações em que a não realização do diagnóstico pode cursar com atraso na intervenção e consequente piora do prognóstico.</p>
<p>Diante da ampla possibilidade etiológica é aconselhável que se adote uma anamnese sistemática iniciando por meio de uma história clínica completa.&nbsp; Certas características do paciente, do meio em que vive e da evolução do exantema auxiliam de forma significativa o diagnóstico etiológico. A faixa etária ajuda na diferenciação das causas prováveis do exantema, assim como o conhecimento acerca do histórico vacinal, essencial para descartar ou mesmo alertar quadros clínicos causados por doenças imunopreveníveis, como o sarampo, rubéola, varicela, febre amarela e meningococcemia.</p>
<p>Tendo em conta as características das lesões, os exantemas podem ser:</p>
<ol>
<li><strong>Maculopapulares</strong>: constituem o grupo mais vasto das doenças exantemáticas. Caracterizam-se por máculas ou pápulas eritematosas com diâmetro habitualmente menor que 1 cm. Podem ser víricos, paravíricos, bacterianos e outros (infeciosos e não infeciosos).</li>
<li><strong>Vesico-bolhosos</strong>: vesículas ou bolhas com conteúdo habitualmente seroso.</li>
<li><strong>Purpúrico-petequiais</strong>: lesões violáceas que não desaparecem à digitopressão. Podem dividir-se num grupo com perda da integridade vascular e outro com alterações da hemóstase.</li>
</ol>
<p><strong>Sarampo</strong></p>
<p>É uma doença de notificação obrigatória, causada por um paramixovírus do gênero Morbilovirus e com transmissão por via aérea. Apresenta um período de incubação médio de 13 dias e os principais sintomas são febre alta, mal-estar, anorexia, conjuntivite (com fotofobia e lacrimejo), rinorreia, odinofagia e tosse seca. O exantema, que surge tipicamente 2 a 4 dias após o início da febre, é eritematoso e maculopapular com disseminação cefalocaudal e centrífuga com máxima intensidade no 3º dia desaparecendo em 4-6 dias. Apresenta sinal de Koplik na mucosa bucal. O tratamento é sintomático. Cerca de 30% dos casos notificados de sarampo envolvem uma ou mais complicações. Estas podem ser causadas pelo próprio vírus do sarampo ou por uma infecção bacteriana.</p>
<p>A melhor forma de prevenção é a vacina. No entanto, partir de 2016, vários estados do Brasil apresentaram queda na cobertura vacinal e novos surtos de sarampo voltaram a ser identificados no país depois de muitos anos.</p>
<style>/*! elementor - v3.10.1 - 17-01-2023 */<br />
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<p>												<img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="343" src="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Conduta-PA_Sarampo.png" alt="" loading="lazy" srcset="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Conduta-PA_Sarampo.png 742w, https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Conduta-PA_Sarampo-300x177.png 300w, https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Conduta-PA_Sarampo-600x355.png 600w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px"></p>
<p><strong>Rubéola</strong></p>
<p>Também é uma doença de notificação obrigatória, causada por um vírus do gênero Rubivirus e com transmissão por meio de gotículas. Apresenta um período de incubação médio de 14 a 18 dias. O exantema tende a surgir cerca de 14 a 17 dias após a exposição e caracteriza-se por ser maculopapular, muito similar ao sarampo, de início súbito, por vezes precedido ou acompanhado por febre baixa e linfadenopatias (tipicamente cervicais, retro auriculares e occipitais). A progressão do exantema é cefalocaudal num período de 24 horas e desaparece em 1 a 3 dias. Nas crianças pequenas a doença é ligeira ou mesmo assintomática, enquanto que os adolescentes podem apresentar artrite, conjuntivite, tosse ou rinorreia. As complicações são raras e a principal forma de prevenção da rubéola é a vacinação.</p>
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										<img loading="lazy" decoding="async" width="198" height="300" src="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Condutas-PA_Rubeola-198x300.jpg" alt="" loading="lazy" srcset="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Condutas-PA_Rubeola-198x300.jpg 198w, https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Condutas-PA_Rubeola.jpg 575w" sizes="auto, (max-width: 198px) 100vw, 198px"><figcaption>Imagem: msdmanuals</figcaption></figure>
<p><strong>Síndrome da rubéola congênita</strong> <strong>(SRC)</strong>: <em>Quando a mãe é infectada durante as primeiras 20 semanas de gravidez, a criança pode nascer com síndrome da rubéola congênita. É caracterizado pela tríade: cegueira, malformações cardíacas e surdez. Podem ser associados também: distúrbios de comportamento, distúrbios cognitivos, atraso no crescimento, doença óssea, aumento do fígado e do baço, trombocitopenia e lesões roxas na pele. É uma doença de baixa incidência, no entanto, até 90% das crianças nascidas de mães infectadas no primeiro trimestre, irá desenvolver anomalias físicas.</em></p>
<p><strong>Varicela</strong></p>
<p>É uma doença predominantemente da infância, benigna e altamente contagiosa, provocada pela infecção primária do vírus varicela-zoster. Sua transmissão ocorre de pessoa a pessoa, através de contato direto com mucosas, lesões ou por partículas respiratórias. O exantema é caracterizado por máculas eritematosas e pruriginosas que evoluem para pápulas, vesículas com fluído claro e crostas. Surge habitualmente 14 dias após exposição, iniciando-se pelo couro cabeludo, face e tronco, podendo estar presente nas mucosas. Complicação acontecem em crianças imunossuprimidas através de infecções bacterianas. O tratamento destina-se a aliviar os sintomas. A principal forma de prevenção da varicela é a vacinação.</p>
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										<img loading="lazy" decoding="async" width="450" height="338" src="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Condutas-PA_Varicela-1-450x338.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Imagem: www.drakeillafreitas.com.br</figcaption></figure>
<p><strong>Eritema Infeccioso</strong></p>
<p>Causado pelo Parvovírus B19, o contágio acontece por meio de gotículas. A doença inicia-se com sintomas prodrômicos inespecíficos semelhantes aos da gripe: febre, rinorreia, cefaleia, mialgias, astenia, náuseas e diarreia. O exantema evolui caracteristicamente em três estágios: (1) exantema facial maculopapular em regiões malares (face esbofeteada) e palidez perioral; (2) lesões maculopapulares em membros, de aspecto rendilhado; (3) exantema recidivante se exposição ao sol, calor, estresse ou exercício.</p>
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										<img loading="lazy" decoding="async" width="450" height="338" src="https://multiplicapp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Condutas-PA_Eritema-450x338.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Foto: www.msdmanuals.com/pt-br/</figcaption></figure>
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<p>																<a href="https://multiplicapp.org.br/produto/atualizacao-em-dermatologia-pediatrica/" target="_blank" rel="noopener"><br />
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<p><strong>Curso :: Atualização em Dermatologia Pediátrica</strong></p>
<p>O curso de Atualização em Dermatologia Pediátrica, do Multiplica PP, foi criado para o aperfeiçoamento de pediatras, dermatologistas e médicos de família no diagnóstico correto das patologias dermatológicas mais comuns da infância e adolescência, bem como o seu tratamento e acompanhamento.</p>
<p>Doenças de pele são responsáveis por cerca de 20% a 30% das consultas em ambulatórios e emergências na pediatria. Saber reconhecer as doenças de pele na população pediátrica, seu manejo e tratamento se torna um diferencial profissional.</p>
<p><a href="https://multiplicapp.org.br/produto/atualizacao-em-dermatologia-pediatrica/" target="_blank" role="button" rel="noopener"><br />
Saiba mais<br />
</a></p>
<p>Texto aprovado pela coordenadora do Multiplica PP – dra. Giovana Camargo.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>
<p>Doenças Exantemáticas em Idade Pediátrica – Revisão Teórica &#8211; Aida Correia de Azevedo, Ana Sofia Gomes, Ana Sofia Rodrigues, Filipa Pinto, Joana Figueirinha, Sónia Carvalho, Fernanda Carvalho, José Gonçalves Oliveira &#8211; Associação Pediátrica do Minho<br />
<a href="https://web.archive.org/web/20201125092455id_/https:/apminho.com/images/pdf/2020/02.Doen%C3%A7as%20exantem%C3%A1ticas%20em%20idade%20pedi%C3%A1trica_revis%C3%A3o%20te%C3%B3rica.pdf">https://web.archive.org/web/20201125092455id_/https://apminho.com/images/pdf/2020/02.Doen%C3%A7as%20exantem%C3%A1ticas%20em%20idade%20pedi%C3%A1trica_revis%C3%A3o%20te%C3%B3rica.pdf</a></p>
<p>Abordagem Diagnóstica das Doenças Exantemáticas na Infância &#8211; Josenilson Antônio da Silva,&nbsp; Raquel Ferreira, Amani Moura Hamidah, Vitor Laerte Pinto Junior&nbsp; &#8211; Universidade Católica de Brasília &#8211; Revista de Medicina e Saúde de Brasília – 2012<br />
<a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/42356/ve_Josenilson_Silva_etal.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/42356/ve_Josenilson_Silva_etal.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y</a></p>
<p>Doenças Exantemáticas da Infância com Manifestações Orais &#8211; Nídia Verónica Abreu da Silva &#8211; Universidade do Porto &#8211; Faculdade de Medicina Dentária – 2010<br />
<a href="https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/61035/2/monografia%20nidia%20silva.pdf">https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/61035/2/monografia%20nidia%20silva.pdf</a></p>
<p>Manifestações Orais de Doenças Exantemáticas Infantis – Mara Patrícia Carreiras Ramos – Universidade de Lisboa – Faculdade de medicina Dentária – 2016<br />
<a href="https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/26224/1/ulfmd06028_tm_Mara_Ramos.pdf">https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/26224/1/ulfmd06028_tm_Mara_Ramos.pdf</a></p>
<p><a href="https://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1371/doencas_exantematicas_na_infancia.htm">https://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1371/doencas_exantematicas_na_infancia.htm</a></p>
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